ECONOMIA DA FLORESTA

Agroecologia e Reposição Florestal

Um dos elementos-chave da Economia da Floresta é o acesso a insumos para modelos sustentáveis, tais como sistemas agroflorestais e permaculturais, entre outras práticas mais eficientes, rentáveis e ecológicas. Sendo assim, a partir do trabalho desenvolvido no Centro Experimental Floresta Ativa (CEFA) , o Projeto Saúde e Alegria (PSA) estruturou uma rede de viveiros comunitários de mudas de espécies frutíferas e florestais, que são distribuídas gratuitamente a famílias interessadas em cultivá-las.

O acesso às mudas é o primeiro passo para duas conquistas fundamentais: a recuperação de áreas degradadas nas comunidades; e o fortalecimento da agricultura familiar, com a valorização da produção, a diversificação de espécies com valor de mercado e a possibilidade de venda de créditos de reposição florestal.

Mudas plantadas, o que vem depois? Com a colaboração de parceiros, o PSA oferece assessoria técnica que é orientado por estudos sobre o potencial produtivo das comunidades e as demandas de mercado que elas podem atender. O serviço inclui capacitações e formações diversas, em temas como manejo da roça sem queima, cooperativismo, gestão financeira e plano de negócios sustentáveis.

Restauração Florestal

+ 0 mil
mudas produzidas
~ 0 ha
recuperados

Beneficiando cerca de

0 famílias

de

0 comunidades

Dados registrados até 2018

Restauração Florestal

0 mil
mudas doadas para a Prefeitura de Santarém
Conheça também

Unidades Socioprodutivas

Uma estratégia de longo prazo para impulsionar as diferentes atividades econômicas dos povos floresta: polos de referência onde tecnologias sociais são criadas e testadas, para depois serem implantadas pelas comunidades. O primeiro foi o Centro Experimental Floresta Ativa (CEFA), e mais dois estão em implantação: Polo Ecoprodutivo Jaguari e EcoCentro de Economia da Floresta.

Cadeias da Sociobiodiversidade

As comunidades são inseridas no mercado de produtos da sociobidiversidade por meio de ações que abrangem toda a cadeia produtiva: diagnóstico de demandas e de potenciais ofertas; combinação de práticas inovadoras e sustentáveis aos saberes tradicionais; estruturação de planos de negócios; apoio à comercialização; entre outras. Meliponicultura, produção de óleos e essências e agricultura orgânica são as cadeias que ganham destaque.

Turismo de Base Comunitária e Artesanato

Turismo e artesanato são trabalhados com viés sociocultural e também ambiental. Ao desenvolverem o turismo comunitário, as populações se apropriam da atividade turística na Amazônia, que passa a ser ecologicamente correta, economicamente viável e socialmente justa. Dinamizado pelo turismo, o artesanato é fortalecido pelo resgate de técnicas tradicionais, pela extração sustentável de matérias-primas e pelo apoio ao empreendedorismo.

Energias Renováveis

Essencial para a qualidade de vida e para a economia da floresta, a eletrificação das comunidades usa sistemas fotovoltaicos adaptados à sua realidade. Gradativamente, os geradores a diesel, poluentes e caros, são substituídos por sistemas que transformam a luz do sol em energia elétrica limpa. E as comunidades são capacitadas para fazer a manutenção e gestão de sua eletricidade.

Incubadora de Negócios Socioambientais

O modelo de incubação de startups é adotado para que os projetos fomentados pelo Floresta Ativa resultem na expansão sólida, autônoma e de longo prazo da Economia da Floresta. Também são oferecidos cursos profissionalizantes e capacitações em diversas áreas, além de oficinas para o desenvolvimento de tecnologias próprias.
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