ECONOMIA DA FLORESTA

Energias Renováveis

A falta de energia elétrica ainda é uma realidade em muitas comunidades da região do oeste do Pará e, além de prejudicar a qualidade de vida das populações ribeirinhas, representa um entrave a seu desenvolvimento socioeconômico. Por isso, o Projeto Saúde e Alegria (PSA) atua também na eletrificação rural, como parte do programa Floresta Ativa de fomento à Economia da Floresta.

Por meio de parcerias com entidades privadas e órgãos públicos, o PSA experimenta soluções de eletrificação adaptadas à realidade das comunidades amazônicas não integradas à rede elétrica: implantação de sistemas fotovoltaicos projetados sob medida, acompanhada de capacitação de moradores para o uso adequado e a devida manutenção desses sistemas. Com isso, os geradores a diesel – poluentes, dispendiosos, pouco eficientes e de baixa confiabilidade – vêm sendo substituídos por sistemas que utilizam a luz do sol para acender lâmpadas, bombear água, refrigerar alimentos, ligar televisores e rádios, e conectar as comunidades à internet.

Sistemas Implantados

Comunidade do Carão – Resex Tapajós-Arapuins

Instalamos energia solar fotovoltaica em:

0
Residências de 4 comunidades isoladas
0
Sistemas de abastecimento de água
0
Comunidades atendidas
0
Escolas
0
Postos de saúde
0
Telecentros de inclusão digital
0
Pousadas comunitárias
0
Telecentros comunitários com Kit de energia solar para acesso à internet WiFi
0
Lanternas solares portáteis distribuídas no Rio Arapiuns
+ 0
Sistemas de bombeamento híbrido (solar-diesel) de água
0
Sistema no CEFA

Futuras instalações na vila indígena de Arapiranga, que vão beneficiar

0 famílias

Dados até agosto de 2019

Conheça também

Unidades Socioprodutivas

Uma estratégia de longo prazo para impulsionar as diferentes atividades econômicas dos povos floresta: polos de referência onde tecnologias sociais são criadas e testadas, para depois serem implantadas pelas comunidades. O primeiro foi o Centro Experimental Floresta Ativa (CEFA), e mais dois estão em implantação: Polo Ecoprodutivo Jaguari e EcoCentro de Economia da Floresta.

Cadeias da Sociobiodiversidade

As comunidades são inseridas no mercado de produtos da sociobidiversidade por meio de ações que abrangem toda a cadeia produtiva: diagnóstico de demandas e de potenciais ofertas; combinação de práticas inovadoras e sustentáveis aos saberes tradicionais; estruturação de planos de negócios; apoio à comercialização; entre outras. Meliponicultura, produção de óleos e essências e agricultura orgânica são as cadeias que ganham destaque.

Turismo de Base Comunitária e Artesanato

Turismo e artesanato são trabalhados com viés sociocultural e também ambiental. Ao desenvolverem o turismo comunitário, as populações se apropriam da atividade turística na Amazônia, que passa a ser ecologicamente correta, economicamente viável e socialmente justa. Dinamizado pelo turismo, o artesanato é fortalecido pelo resgate de técnicas tradicionais, pela extração sustentável de matérias-primas e pelo apoio ao empreendedorismo.

Agroecologia e Reposição Florestal

O apoio à implantação de modelos agrícolas sustentáveis engloba desde distribuição de mudas de espécies frutíferas e florestais até assessoria técnica a produtores, incluindo capacitações e formações. O projeto tem o objetivo de recuperar áreas degradadas nas comunidades e, ao mesmo tempo, fortalecer agricultura familiar.

Incubadora de Negócios Socioambientais

O modelo de incubação de startups é adotado para que os projetos fomentados pelo Floresta Ativa resultem na expansão sólida, autônoma e de longo prazo da Economia da Floresta. Também são oferecidos cursos profissionalizantes e capacitações em diversas áreas, além de oficinas para o desenvolvimento de tecnologias próprias.
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