EDUCAÇÃO, CULTURA E COMUNICAÇÃO

Empreendedorismo Juvenil

Um dos principais desafios da juventude é a construção de seus projetos de vida. E, para os jovens moradores de comunidades rurais amazônicas, esse desafio é ainda maior: sentindo-se em conflito com as gerações anteriores e vendo poucas possibilidades de atuar no mercado de trabalho formal, tendem a migrar para centros urbanos em busca de melhores condições de vida. Assim, o êxodo rural é uma realidade no oeste do Pará, mas não precisa ser. Inovação e empreendedorismo são as abordagens utilizadas pelo Projeto Saúde e Alegria (PSA) para ajudar as comunidades a enfrentar esse desafio.

A plataforma de Empreendedorismo Juvenil do PSA promove, primeiramente, a formação de jovens para o trabalho e o empreendedorismo, complementando o déficit escolar com cursos, capacitações e dinâmicas. A principal atividade é o Festival Beiradão de Oportunidade, onde tem os primeiros contatos com os conceitos de empreendedorismo e são incentivados a buscarem novas alternativas para inclusão econômica.

O passo seguinte é o ingresso num curso mais aprofundado e um programa de mentoria, em que os participantes trabalham juntos na identificação de problemas de suas comunidades e na busca por soluções para esses problemas. As ideias são transformadas em planos de negócio e, enfim, podem ser colocadas em prática como microempresas, movimentos sociais, coletivos, etc.

O PSA realiza o programa de capacitação, mentoria e incubação junto a jovens comunitários tanto com profissionais e infraestrutura próprios – principalmente o LabMocorongo e o Centro Experimental Floresta Ativa (CEFA) – quanto por meio de parcerias com organizações não governamentais, fundações e universidades.

Fundo Desafio: apoio para novos negócios 

O PSA e seus parceiros selecionam planos de negócio produzidos no programa de Empreendedorismo Juvenil para fornecer o apoio financeiro necessário para colocá-los em prática. Esse apoio é dado na forma de insumos, ferramentas, equipamentos e outros materiais previstos nos planos de negócio.

Conheça também

Territórios de Aprendizagem

O acesso à educação e a aproximação entre o ensino formal e a realidade das comunidades tradicionais da Amazônia são o foco das ações do projeto, aplicadas colaborativamente com gestores, professores, alunos e famílias. O Territórios da Aprendizagem aborda a educação comunitária e ambiental com base nos direitos da criança e do adolescente. Além de atividades extraclasse e qualificação de professores, fomenta as Escolas da Floresta a partir do mapeamento dos saberes e da cultura das comunidades feito pelos próprios alunos.

Teia Cabocla

Plataforma colaborativa de mobilização, formação e apoio aos coletivos juvenis nas comunidades do oeste paraense, o Teia Cabocla incentiva ações socioeducativas e culturais e campanhas de ativismo em defesa de direitos fundamentais, cobrindo temas como território, cidadania, questões de gênero, direitos da criança e do adolescente, educação ambiental, preservação da floresta e valorização da identidade cultural das comunidades (indígenas, quilombolas, ribeirinhas) da Amazônia.

Rede Mocoronga de Comunicação

A rede de comunicação popular, instituída em 1987 pelo PSA, capacita e apoia mais de 400 jovens, em mais de 30 comunidades do oeste do Pará, para atuarem como “repórteres da floresta”. Apoiadas por uma central na cidade de Santarém, Sucursais Rurais da rede produzem programas de rádio, jornais e vídeos comunitários, fotonovelas, histórias em quadrinhos, blogs e mídia digital.

Circo Mocorongo

Um dos projetos mais antigos do PSA, o Circo Mocorongo promove educação em saúde, meio ambiente, cidadania comunitária e outros temas por meio da arte-educação. Com metodologias participativas, as atividades são construídas junto com a população e permeadas pela cultura popular local.
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