Fortalecer a permanência de povos e comunidades da Amazônia em seus territórios, com saúde, dignidade, direitos e autonomia, respeitando seus modos de vida e suas relações com a floresta e as águas. Defender a vida na floresta é central para enfrentar a emergência climática.
Atuamos em frentes integradas de saúde, água, saneamento, energia, comunicação, educação, restauração produtiva, sociobioeconomia e apoio à gestão territorial, construindo com as comunidades respostas a partir dos modos de vida e das realidades de cada território.
Trabalhamos em parceria com as comunidades, organizações de base e poder público, por meio de metodologias participativas. Articulamos saberes locais e ciência, experiência de campo e tecnologias sociais para fortalecer autonomia e gestão comunitária.
Fortalecer a permanência de povos e comunidades da Amazônia em seus territórios, com saúde, dignidade, direitos e autonomia, respeitando seus modos de vida e suas relações com a floresta e as águas. Defender a vida na floresta é central para enfrentar a emergência climática.
Atuamos em frentes integradas de saúde, água, saneamento, energia, comunicação, educação, restauração produtiva, sociobioeconomia e apoio à gestão territorial, construindo com as comunidades respostas a partir dos modos de vida e das realidades de cada território.
Trabalhamos em parceria com as comunidades, organizações de base e poder público, por meio de metodologias participativas. Articulamos saberes locais e ciência, experiência de campo e tecnologias sociais para fortalecer autonomia e gestão comunitária.
O PSA não substitui o Estado. Atua ao lado das comunidades para fortalecer direitos e incidir em políticas públicas mais justas, amazônicas e comprometidas com os povos da floresta. Seguimos movidos pela convicção de que cuidar das pessoas é cuidar da floresta, e cuidar da floresta é cuidar do planeta.
Dr. Eugenio Scannavino Netto
Cofundador e coordenador-geral do PSA
Temos construído com as comunidades soluções de baixo custo, resolutas e adaptadas, com muitas sendo absorvidas e disseminadas pelo Estado, a exemplo das tecnologias sociais de acesso à água junto ao Programa Federal “Cisternas”, ou do barco Abaré, que inspirou a política de Saúde da Família Fluvial, hoje com quase 100 embarcações espalhadas pela Amazônia. É a utopia de nos tornarmos desnecessarios.
Caetano Scannavino
Coordenador-geral do PSA
O PSA não substitui o Estado. Atua ao lado das comunidades para fortalecer direitos e incidir em políticas públicas mais justas, amazônicas e comprometidas com os povos da floresta. Seguimos movidos pela convicção de que cuidar das pessoas é cuidar da floresta, e cuidar da floresta é cuidar do planeta.
Dr. Eugenio Scannavino Netto
Cofundador e coordenador-geral do PSA
A Amazônia é maior que o agro. É preciso repensar rotas fora do bioma ou com menor impacto. Não dá para sobrecarregar uma mesma bacia com mais de 25 portos e estações de transbordo, mais 40 hidrelétricas (e eclusas), ferrovias e intensificação das hidrovias, ainda mais em um rio que está secando. Relatório da ANA projeta a redução da vazão média dos rios amazônicos entre 30-40% (ou mais) até 2040.
Caetano Scannavino, Lucas Tupinambá e Renata Utsunomiya
Na região do país que mais carece de infraestrutura básica, serão mais que bem-vindos investimentos em adaptação climática que melhorem o acesso às energias renováveis, ao saneamento, à água de consumo, aos sistemas de irrigação, de conservação de alimentos, de atenção primária, entre outros.
Caetano Scannavino
Coordenador-geral do PSA
Impactos socioambientais do carbono militar vão além das queimas de combustíveis, dos treinamentos, da logística e das operações de combate. Há também a reconstrução de toda a infraestrutura destruída, os incêndios e a devastação ambiental, além de migrações forçadas, crises humanitárias, demandas minerárias e emissões dos complexos industriais bélicos, entre outras.
Caetano Scannavino
Coordenador-geral do PSA
Em 2023 e 2024, a Amazônia enfrentou suas duas piores secas da história, com comunidades isoladas, serviços de saúde e educação prejudicados, morte de peixes e lavouras, queimadas descontroladas, muita fumaça e falta de água potável. Não vimos a mesma atenção ao Norte que foi dada ao Sul.
Caetano Scannavino
Coordenador-geral do PSA
É aí onde podemos investir o verdadeiro valor do petróleo da Foz do Amazonas: o da "exploração evitada". Ao abrir mão de queimá-lo, o Brasil teria cacife para cobrar das outras nações que façam o mesmo. E liderar um movimento a partir também do Sul mundial por uma governança global do clima mais justa, que equacione as devidas compensações —não só ambientais, mas também sociais.
Caetano Scannavino
Coordenador-geral do PSA
Na região do país que mais carece de infraestrutura básica, serão mais que bem-vindos investimentos em adaptação climática que melhorem o acesso às energias renováveis, ao saneamento, à água de consumo, aos sistemas de irrigação, de conservação de alimentos, de atenção primária, entre outros.
Caetano Scannavino
Coordenador-geral do PSA
Na região do país que mais carece de infraestrutura básica, serão mais que bem-vindos investimentos em adaptação climática que melhorem o acesso às energias renováveis, ao saneamento, à água de consumo, aos sistemas de irrigação, de conservação de alimentos, de atenção primária, entre outros.
Caetano Scannavino
Coordenador-geral do PSA
Na região do país que mais carece de infraestrutura básica, serão mais que bem-vindos investimentos em adaptação climática que melhorem o acesso às energias renováveis, ao saneamento, à água de consumo, aos sistemas de irrigação, de conservação de alimentos, de atenção primária, entre outros.
Caetano Scannavino
Coordenador-geral do PSA
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