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Articulação, Incidência e Disseminação

PSA participa de encontro nacional sobre clima, raça e gênero

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Encontro promovido pelo Observatório do Clima reuniu 64 organizações para discutir equidade socioambiental na agenda climática brasileira

O Projeto Saúde e Alegria (PSA) participou do Encontro Clima, Raça e Gênero, promovido pelo Observatório do Clima, que reuniu 64 organizações para discutir a integração da equidade socioambiental ao debate ambiental brasileiro. Representando o PSA, Fernando Cespe, destacou na agenda nacional as vivências, os desafios e as perspectivas dos territórios amazônicos. A participação integrou uma construção coletiva voltada a aprofundar a relação entre as pautas de raça e gênero e os diferentes temas da agenda climática.

“A construção de uma agenda climática nacional realmente transformadora e eficaz depende, fundamentalmente, do reconhecimento e combate às desigualdades estruturais que marcam o país”, destaca Fernando Cespe.

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Durante o encontro, os participantes trabalharam na conexão das pautas de raça e gênero com os subtemas dos Grupos de Trabalho (GTs), incluindo Desmatamento e Florestas, Sistemas Alimentares, Adaptação, Energia e Transição Justa e Negociação Climática. Cespe enfatizou que a necessidade de inserir essas dimensões no debate climático significa considerar as diferentes realidades e impactos vivenciados pelas populações nos territórios.

A participação do PSA também reforçou a importância de levar as experiências da Amazônia para os espaços de formulação e articulação da agenda climática brasileira. A atuação nos territórios permite incorporar ao debate nacional desafios enfrentados por comunidades que vivenciam diretamente às transformações ambientais e sociais associadas às mudanças climáticas.

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O encontro reuniu organizações de diferentes áreas em torno de uma agenda comum: reconhecer que não é possível discutir enfrentamento às mudanças climáticas sem considerar as desigualdades raciais e de gênero que estruturam a sociedade brasileira. “O trabalho reforçou que a construção de uma agenda climática nacional realmente transformadora e eficaz depende, fundamentalmente, do reconhecimento e combate às desigualdades estruturais que marcam o país”, complementa Fernando Cespe.

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