40
ANOS
na Amazônia
09
MUNICÍPIOS
atendidos
15
MIL
famílias
60
MIL
pessoas
Fortalecer a permanência de povos e comunidades da Amazônia em seus territórios, com saúde, dignidade, direitos e autonomia, respeitando seus modos de vida e suas relações com a floresta e as águas. Defender a vida na floresta é central para enfrentar a emergência climática.
Atuamos em frentes integradas de saúde, água, saneamento, energia, comunicação, educação, restauração produtiva, sociobioeconomia e apoio à gestão territorial, construindo com as comunidades respostas a partir dos modos de vida e das realidades de cada território.
Trabalhamos em parceria com as comunidades, organizações de base e poder público, por meio de metodologias participativas. Articulamos saberes locais e ciência, experiência de campo e tecnologias sociais para fortalecer autonomia e gestão comunitária.
Na Amazônia, povos e comunidades da floresta vivem em relação com o território, rios, memória, espiritualidade, cuidado, trabalho e coletividade. Nessas relações, vividas de modo próprio em cada comunidade, o bem-viver envolve pertencimento, autonomia comunitária, transmissão de saberes entre gerações e continuidade dos territórios vivos. O Projeto Saúde e Alegria atua ao lado das comunidades em caminhos de cuidado, direitos e fortalecimento da vida comum.

Presidente da ACOSPER
“A Amazônia não precisa de respostas que venham de fora para ensinar a viver. Precisa de iniciativas capazes de reconhecer a inteligência dos territórios, a memória dos povos e as formas ancestrais de sustentar a vida.
O trabalho do Projeto Saúde e Alegria aponta nessa direção ao apoiar as cadeias de sociobiodiversidade, aproximar cuidado, escuta, vínculo e bem-viver.”

Coordenadora do Território Kumaruara
“A gente ainda tem muita carência de políticas públicas e o Saúde e Alegria faz um trabalho paralelo de assistência na nossa região que precisa muito porque tem muitas populações e todos nós precisamos dessa assistência”

Líder indígena e ativista socioambiental
“O governo demora a chegar onde mais precisa. Por isso, a parceria de associações do território Munduruku, assim como de outras comunidades tradicionais no Tapajós, com o Projeto Saúde e Alegria tem sido importante para conseguirmos pouco a pouco avançar em ações essenciais para trazer água, saneamento e melhorias no posto local de atendimento das aldeias.”

Climatologista e Pesquisador
“O trabalho do Projeto Saúde e Alegria na região mostra, na prática, como ciência, conhecimento territorial e empoderamento comunitário podem caminhar juntos para construir soluções para inclusão e adaptação climática, cada vez mais referencias para politicas sociais para Amazonia.”

Atriz e apresentadora
“Eu tive a sorte de conhecer o Saúde e Alegria, visitar sua sede e ver de perto a dimensão dos seus desafios, e a competência e o amor com a qual desempenham suas ações de solidariedade que transformam realidades para um mundo mais justo e possível de futuro.”
Acompanhe ações e aprendizados construídos com comunidades e parceiros.
No coração da Amazônia brasileira, atuamos em nove municípios do Oeste do Pará, em uma área de 191.624 km². É um território atravessado por rios, florestas, unidades de conservação e terras indígenas, onde vivem povos indígenas, comunidades ribeirinhas, quilombolas e populações tradicionais, cujos modos de vida se constroem na relação com o território.
Esse contexto também é marcado por grandes desafios: longas distâncias, infraestrutura limitada, pressão sobre os territórios e acesso desigual a direitos. Enfrentá-los exige conhecimento local, relações duradouras de confiança e tecnologias adaptadas às realidades amazônicas.
Por isso, as ações são construídas com as comunidades, a partir de suas necessidades e prioridades.
Organizamos nosso trabalho em áreas complementares e equipes interdisciplinares, reunindo diferentes saberes para construir, com as comunidades, respostas integradas às realidades dos territórios.
Implementamos um modelo integrado de saúde territorial, articulando cuidado, atenção primária, mobilização social e tecnologias adaptadas às realidades das águas, da floresta e do campo.
Desenvolvemos, com as comunidades, soluções de água, saneamento, energia e conectividade adaptadas à Amazônia, com formação e gestão comunitária capazes de ampliar dignidade, autonomia e permanência no território.
Fortalecemos processos educativos, culturais e comunicacionais que valorizam os saberes do território, ampliam vozes locais e formam multiplicadores capazes de mobilizar suas próprias comunidades.
Fortalecemos cadeias da sociobiodiversidade por meio da restauração, da organização produtiva, da formação de lideranças e do acesso a mercados mais justos, ampliando renda, autonomia e permanência territorial de quem mantém a floresta viva.
Construímos com associações, cooperativas, lideranças e instâncias locais caminhos de governança comunitária, para que as próprias comunidades possam conduzir, sustentar e defender seus processos de desenvolvimento territorial.
Levamos aprendizados do território para redes, fóruns e espaços de decisão, articulando parcerias, incidindo sobre políticas públicas e disseminando tecnologias sociais que possam fortalecer outros contextos amazônicos e além.
Temos construído com as comunidades soluções de baixo custo, resolutas e adaptadas, com muitas sendo absorvidas e disseminadas pelo Estado, a exemplo das tecnologias sociais de acesso à água junto ao Programa Federal “Cisternas”, ou do barco Abaré, que inspirou a política de Saúde da Família Fluvial, hoje com quase 100 embarcações espalhadas pela Amazônia. É a utopia de nos tornarmos desnecessarios.
Caetano Scannavino
Coordenador-geral do PSA
O PSA não substitui o Estado. Atua ao lado das comunidades para fortalecer direitos e incidir em políticas públicas mais justas, amazônicas e comprometidas com os povos da floresta. Seguimos movidos pela convicção de que cuidar das pessoas é cuidar da floresta, e cuidar da floresta é cuidar do planeta.
Dr. Eugenio Scannavino Netto
Cofundador e coordenador-geral do PSA
Ao longo dos anos, o Projeto Saúde e Alegria ganhou destaque na imprensa brasileira e internacional. Aqui, reunimos alguns desses registros.
Acompanhe de perto as iniciativas mais recentes, construídas no território com comunidades e parceiros.
Articulação, Incidência e Disseminação
11/08/2026
Articulação, Incidência e Disseminação
29/07/2026
Economia da Floresta
24/07/2026
Educação, Cultura e Comunicação
23/07/2026
Educação, Cultura e Comunicação
20/07/2026
Articulação, Incidência e Disseminação
17/07/2026
A Amazônia é maior que o agro. É preciso repensar rotas fora do bioma ou com menor impacto. Não dá para sobrecarregar uma mesma bacia com mais de 25 portos e estações de transbordo, mais 40 hidrelétricas (e eclusas), ferrovias e intensificação das hidrovias, ainda mais em um rio que está secando. Relatório da ANA projeta a redução da vazão média dos rios amazônicos entre 30-40% (ou mais) até 2040.
Caetano Scannavino, Lucas Tupinambá e Renata Utsunomiya
Na região do país que mais carece de infraestrutura básica, serão mais que bem-vindos investimentos em adaptação climática que melhorem o acesso às energias renováveis, ao saneamento, à água de consumo, aos sistemas de irrigação, de conservação de alimentos, de atenção primária, entre outros.
Caetano Scannavino
Coordenador-geral do PSA
Impactos socioambientais do carbono militar vão além das queimas de combustíveis, dos treinamentos, da logística e das operações de combate. Há também a reconstrução de toda a infraestrutura destruída, os incêndios e a devastação ambiental, além de migrações forçadas, crises humanitárias, demandas minerárias e emissões dos complexos industriais bélicos, entre outras.
Caetano Scannavino
Coordenador-geral do PSA
Em 2023 e 2024, a Amazônia enfrentou suas duas piores secas da história, com comunidades isoladas, serviços de saúde e educação prejudicados, morte de peixes e lavouras, queimadas descontroladas, muita fumaça e falta de água potável. Não vimos a mesma atenção ao Norte que foi dada ao Sul.
Caetano Scannavino
Coordenador-geral do PSA
É aí onde podemos investir o verdadeiro valor do petróleo da Foz do Amazonas: o da "exploração evitada". Ao abrir mão de queimá-lo, o Brasil teria cacife para cobrar das outras nações que façam o mesmo. E liderar um movimento a partir também do Sul mundial por uma governança global do clima mais justa, que equacione as devidas compensações —não só ambientais, mas também sociais.
Caetano Scannavino
Coordenador-geral do PSA
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É essa articulação entre comunidades, organizações de base, poder público e instituições parceiras que torna possível o trabalho no território.
Esses apoios ajudam a viabilizar, com consistência e continuidade, o trabalho construído ao lado das comunidades.















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