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Projeto Saúde e Alegria e Fundação do Banco do Brasil anunciam parceria para fortalecer saúde na Amazônia

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Iniciativa prevê estruturação de Unidades Básicas de Saúde ribeirinhas e indígenas de quatro municípios do Pará com equipamentos, infraestrutura e capacitação 

O Projeto Saúde e Alegria (PSA), e a Fundação Banco do Brasil, realizaram a solenidade de lançamento de um projeto de apoio à saúde ribeirinha. Com o aporte de recursos da Fundação, o “Kit UBS da Floresta”, vai aprimorar o atendimento em Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) em áreas remotas da Amazônia. A ação combina infraestrutura, tecnologia e capacitação de profissionais, com foco em comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas.

O projeto começou com visitas técnicas para diagnóstico estrutural das unidades. Em seguida, serão realizadas pequenas reformas e a instalação de sistemas de energia solar, internet via satélite e equipamentos médicos essenciais, como autoclaves, oxímetros, nebulizadores e eletrocardiogramas digitais. A energia solar híbrida garantirá funcionamento contínuo de geladeiras de vacinas, um avanço crítico para regiões onde imunizantes são transportados em isopores. “Às vezes, podem parecer simples, mas são essenciais para o cuidado da saúde da população”, explica Matheus Waimer, assistente de gestão do PSA.  20250204 155845

Além da infraestrutura, agentes de saúde receberão kits portáteis com itens como balanças digitais, termômetros infravermelhos e mochilas impermeáveis. “Vamos equipar UBSs e UBSIs em terras indígenas, quilombolas e ribeirinhas. A energia solar garante 24 horas de energia para a geladeira de vacina. Com isso, evitamos que estraguem no transporte”, detalha Waimer, destacando que o projeto também inclui internet para telemedicina: “Se o médico não estiver lá, a população pode ser atendida remotamente”.

A capacitação dos profissionais abordará temas como pré-natal, doenças crônicas e uso de equipamentos. “Prevê-se a qualificação da saúde e a implementação dessas tecnologias em 12 unidades de Santarém”, afirma Adriana Pontes, coordenadora administrativa do PSA. O cronograma, com duração de 24 meses, já está em execução e abrange regiões do Tapajós e Marajó, incluindo municípios como Santarém, Itaituba, Curralinho e Salvaterra.

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UBSI Waro Apompõ no Alto Tapajós equipada com energia solar. Foto: arquivo PSA.

Para Alex Aguiar, gerente geral do Banco do Brasil em Santarém, a iniciativa reflete o compromisso da instituição com a sustentabilidade. “Através de tecnologias sociais, melhoramos a qualidade de vida. O Banco do Brasil não faz apenas negócios financeiros, mas expande sua atuação em prol das comunidades”, afirma.

A governança do projeto inclui comitês gestores locais, responsáveis por monitorar ações e articular parcerias. Indicadores de saúde serão qualificados por meio de uma plataforma digital, e um guia de políticas para áreas remotas será produzido. Eventos de inauguração das unidades reformadas terão atividades culturais e de mobilização social, reforçando o vínculo entre comunidades e o SUS.

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Equipe iniciou instalações de internet em aldeias do Alto Tapajós.

A solenidade de lançamento foi realizada na última terça-feira (04/02) na agência do Banco do Brasil em Santarém e contou com a presença de funcionários da estatal e colaboradores do PSA.

Sobre a Fundação BB

Há 39 anos, a Fundação Banco do Brasil busca inspirar cada brasileiro a se tornar um agente de transformação da sociedade. A instituição acredita na força do coletivo para encontrar soluções viáveis na superação dos desafios e promoção do desenvolvimento sustentável, sendo a principal gestora dos projetos socioambientais apoiados por meio do Investimento Social Privado – ISP do BB e de parceiros. Nos últimos 10 anos, foram investidos R$ 2,7 bilhões em 10 mil iniciativas que impactaram positivamente a vida de 6,8 milhões de pessoas de 3.400 municípios.

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