Saúde e Alegria está entre as 100 melhores ONGs do país

Na terceira edição do prêmio do Instituto Doar, foram conhecidas cem instituições que se destacam no Brasil pela transparência e gestão em suas atuações;

O Mundo Que Queremos e Rede Filantropia, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas anunciaram na noite desta segunda-feira (18) os nomes das instituições selecionadas pela premiação no Teatro J. Safra, em São Paulo.

Nesta edição, foram avaliados 47 critérios de 757 entidades participantes, como estrutura administrativa e financeira, a presença de conselhos de gestão, captação de recursos e transparência. Além das 100 melhores ONGs atuantes no Brasil, o guia também classificou as melhores entidades por região do país e ramo de atuação: Saúde, Educação, Meio Ambiente, Esporte, Criança e Adolescente e Desenvolvimento Local.

O prêmio criado para ajudar doadores, patrocinadores e voluntários a conhecer melhor entidades que trabalham pelo benefício da sociedade, listou dentre as cem instituições, o Centro de Estudos Avançados de Promoção Social e Ambiental, Projeto Saúde e Alegria com atuação na Amazônia desde 1987.

Para o coordenador do projeto, Caetano Scanavinno, a premiação é fruto de um trabalho intenso e coletivo: “parabéns a nossa equipe guerreira, às comunidades que nos ensinam a ser melhores, aos parceiros que ajudam a acontecer, a Santarém e região que acolhem com tanto carinho esse projeto. Emoção aqui na premiação das organizações e dos colegas de batalha que transformam esse país”.

Confira a lista completa das instituições premiadas aqui.

O Projeto

O Projeto Saúde e Alegria (PSA) atua na Amazônia com o objetivo de promover e apoiar processos participativos de desenvolvimento comunitário integrado e sustentável, que contribuam de maneira demonstrativa no aprimoramento das políticas públicas, na qualidade de vida e no exercício da cidadania.

Iniciou suas ações em 1987 junto a 16 comunidades-piloto da zona rural de Santarém/Pará. A partir de 2000, começou a expansão gradual de sua área de cobertura. Além de Santarém, atua hoje diretamente em mais três municípios do oeste paraense – Belterra, Aveiro e Juruti – atendendo em torno de 30 mil pessoas, sobretudo populações tradicionais, muitas delas em situação de risco e vulnerabilidade.

Procura somar esforços para inclusão destas populações, seja na facilitação do acesso aos serviços públicos, como na construção participativa de soluções adaptadas que tragam benefícios concretos e se constituam em tecnologias socioambientais passiveis de ganho de escala e replicação, inclusive em outros contextos.

Conta com uma equipe técnica interdisciplinar, que visita regularmente as comunidades para implementar programas voltados para o ordenamento territorial, fundiário e ambiental; organização social, cidadania e direitos humanos; produção familiar e geração de renda; saúde e saneamento; educação, cultura, comunicação e inclusão digital.

A arte, o lúdico e a comunicação são os principais instrumentos de educação e mobilização. Por meio de métodos abertos de construção multilateral do saber, adaptados ao universo cultural local, procura-se envolver todos os segmentos e faixas etárias, qualificando-os como multiplicadores – lideranças, produtores rurais, empreendedores locais, professores, agentes de saúde, grupos de mulheres, jovens e crianças.

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