Saúde e Alegria representa o Pará em encontro da Ambev em SP

Dentre mais de 300 inscritos, a Cervejaria Ambev selecionou 52 ONGs brasileiras para participarem do Programa VOA – entre elas, o Projeto Saúde e Alegria (PSA) de Santarém (PA), que promove o desenvolvimento integrado e sustentável da população, com o intuito de melhorar sua qualidade de vida.

O programa de mentoria em gestão da companhia é voluntário, em que seus funcionários contribuem com conhecimentos em diferentes áreas para que as organizações se desenvolvam, ajudando a se estruturarem melhor e ampliarem seu impacto na sociedade.

O Projeto Saúde e Alegria foi criado em 1987, em Santarém, e a partir de 2000 começou a se expandir, atuando também em Belterra, Aveiro e Juriti. Atualmente, a organização atende cerca de 30 mil pessoas, sendo que muitas delas se encontram em situação de risco e vulnerabilidade. Seu trabalho é basicamente focado no ordenamento territorial, fundiário e ambiental; organização social, cidadania e direitos humanos; produção familiar e geração de renda; saúde e saneamento; educação, cultura, comunicação e inclusão digital.

“A arte, o lúdico e a comunicação são nossos principais instrumentos. Por meio deles, realizamos diversas atividades – por exemplo, levamos médicos de navio até regiões que não tem acesso a serviços básicos de saúde para que famílias sejam atendidas e também tenham informações sobre medidas preventivas – e, nesses casos, quando os adultos são atendidos, o Projeto leva também ao local um circo para interagir com os filhos e demais crianças”, conta Caetano Scannavino, Coordenador Geral da PSA.

Além disso, a organização oferece cursos de empreendedorismo para jovens que desejam abrir o próprio negócio, ações que incentivam o ecoturismo local e estabelecem canais de comunicação, como a chamada Rede Mocoronga, que é uma agencia de notícias comunitárias, que leva informações sobre seus projetos e notícias gerais para a população.

Porém, apesar dos benefícios que o Projeto traz às comunidades locais, Caetano conta que ainda existem diversos desafios e obstáculos. “Vivemos numa região em que todo o transporte é feito basicamente de barco, o que já prejudica bastante nossa logística. Além disso, apesar da nossa rádio, temos a necessidade de nos comunicar com mais pessoas e de forma mais efetiva, para que elas tenham a oportunidade de se juntar a nós e melhorar sua qualidade de vida”, explica.

Outro ponto que merece atenção é a administração. “Sabemos que precisamos melhorar nossos procedimentos para atingir 100% da comunidade, além de captar mais recursos para a manutenção e aprimoramento de nossas ações. Esperamos que o VOA nos traga conhecimentos e ferramentas que nos ajudem com isso. Estamos curiosos para saber o que está por vir!”, diz.

Texto: Ascom Ambev

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