Mudas nativas são plantadas em ação ambiental na comunidade Coroca, PAE Lago Grande

Crianças e adolescentes dedicaram o feriado de carnaval para o meio ambiente. As mudas distribuídas pelo Saúde e Alegria para a comunidade foram destinadas à recuperação do igarapé da região;

Preocupados com a degradação do manancial, estudantes da Escola Nossa Senhora do Rosário, moradores da comunidade Coroca e membros da Associação dos Produtores e Criadores de Peixe da Comunidade Coroca se uniram na terça-feira (25) para uma ação ambiental. A parceria em defesa do meio ambiente objetivou a recuperação das áreas de nascentes dos igarapés da região.

Foram plantadas 100 mudas de açaí nas redondezas dos igarapés e 30 ipês em uma trilha que dá acesso ao Meliponário (atrativo turístico da comunidade). Para o presidente da Associação, a atividade foi fundamental para o estimulo à conservação nas crianças e adolescentes da comunidade: “Muito importante porque nós estamos ensinando. Foi uma aula ambiental sobre proteção e preservação do meio ambiente ensinando as crianças a terem cuidado. Fizemos essa parceria com a escola para que fizesse uma aula de campo com as crianças” – disse Gildson Braga.

O plantio foi realizado com as mudas distribuídas no período de 10 a 15 de fevereiro. Ao todo, foram 18 mil mudas distribuídas na Resex Tapajós Arapiuns para recuperação em áreas degradadas (6 mil mudas no Arapiuns e 12 mil mudas no Tapajós).

O objetivo do projeto é recuperar áreas degradadas nas proximidades das comunidades, nos quintais e junto aos roçados familiares e oferecer aos produtores os instrumentos necessários para implantação de sistemas agroflorestais, permaculturas, entre outras práticas mais eficientes, eficazes e amigáveis ao meio ambiente. Desta forma, além de contribuir com a manutenção da floresta em pé, os agricultores familiares são incentivados a agregarem valor à sua produção, com a diversificação de espécies com valor de mercado, e a experimentação da venda de créditos de reposição florestal” – explicou o coordenador do Programa Floresta Ativa, Paulo Bonassa.

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